Chikungunya, uma possível epidemia pode ocorrer em 2019 e está deixando os estados do sudeste brasileiro com o sinal de alerta ligado. Com dados emitidos pela fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e Ministério da Saúde. No texto abaixo vamos dissertar um pouco sobre o problema e mostrar o porquê desta constatação.

Levantamento 2019
Segundo levantamento realizado neste mês de abril de 2019, junto ao Ministério da Saúde e a Fiocruz, cerca de 990 municípios brasileiros mostraram um altíssimo índice de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, que pode desencadear uma epidemia de dengue, zika e chikungunya. Estes dados revelam Índices de Infestação pelo mosquito e mostram que o grande aumento de casos de dengue no Brasil, entre o período de janeiro e março subiu 339,9%.

Sobre o vírus
A doença ainda é nova no país, mesmo tendo milhares de casos constatados, ocorrendo no Brasil inteiro, profissionais graduados com menos de cinco anos nas áreas ligadas a saúde ainda possuem poucas informações sobre o inseto e sua propagação viral. Esse fenômeno negativo vem crescendo exponencialmente e, é um desafio para a saúde, que tem como prioridade capacitar profissionais da área para realizar atendimento específico, instruir no combate e também na prevenção da doença.

Propagação
Ocorre por meio de picadas ou ferroadas de animais, ou insetos. A Chikungunya é uma enfermidade viral, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo propagador da dengue, zika e febre-amarela. Sua grande dificuldade de diagnóstico é que se trata de uma doença que se assemelha com a dengue. Os infectados sentem fortes dores musculares, constante dor de cabeça, extrema fadiga e erupções subcutâneas também podem ocorrer. Basicamente o tratamento visa aliviar os sintomas causados. Frisando que, o tratamento visa somente aliviar os sintomas.

Prevenção
Infelizmente, não foram criadas vacina ou medicamentos contra chicungunha. O único instrumento de prevenção é dizimar o mosquito, mantendo casa, terrenos e utensílios sempre limpo para eliminar os criadouros. O uso de repelentes e inseticidas é recomendado, sempre lembrando de seguir as instruções contidas nos rótulos. Mosquiteiros proporcionam para proteção de bebês, pessoas que estão acamadas e também trabalhadores que atuam ao anoitecer.

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