O aparecimento de cupins nesta época do ano é mais comum do que se imagina. Primavera e outono são as estações preferidas para o acasalamento de cupins. Especialista explica o que fazer para deter o avanço das infestações.

Prevenir-se contra o ataque de cupins é uma precaução que requer atenção durante todo o ano, mas a chegada do outono sinaliza que os cuidados precisam ser ainda mais redobrados. É principalmente nesta época, e também na primavera, que os cupins reprodutores deixam a colônia para formar novos cupinzeiros.

“O aumento desenfreado das áreas urbanas fez com que algumas espécies de cupim, como o de solo ou subterrâneo (Coptotermes gestroi) e o de madeira (Cryptotermes brevis), se adaptassem e passassem a viver nas cidades. Como a sua multiplicação é muito rápida e sua fonte de alimentação é a celulose, esses insetos acabam causando enormes prejuízos à população”, avalia Francisco Antonio Theodoro Neto, especialista da Osaka Controle de Pragas e Desentupimento.

Existem mais de duas mil espécies de cupins em todo o mundo. No Brasil, estão catalogados cerca de 290 tipos diferentes. Os mais comuns nas regiões habitadas são os cupins de solo ou subterrâneos e os de madeira seca. O primeiro tipo se instala no solo ou nos vãos estruturais dos imóveis e o segundo forma sua colônia no interior de móveis ou na madeira de sustentação das construções.

Os maiores danos, já conhecidos dos paulistanos, são as quedas de árvores nas vias, a perda de móveis e a infestação de edificações causando problemas estéticos e estruturais. “O primeiro sinal de alarme é aquele pozinho formado de grãos duros, amarronzados, que aparecem pelo chão”, revela Theodoro. “Mas, se forem cupins subterrâneos, muitas vezes, uma grande infestação pode já estar em curso, pois essa espécie forma ninhos em qualquer ponto da estrutura de um imóvel, incluindo paredes, alicerces e canalizações, e pode se locomover por microtúneis em toda a construção. É muito comum o desabamento de telhados causados por cupins”, completa o supervisor técnico da Osaka.

Apesar de não comer concreto, tijolos ou blocos, os cupins escavam túneis nesses materiais para chegar à madeira. Lá, somente o interior é danificado pelo inseto, que deixa uma casca na superfície de tacos, portas, rodapés, fundos de armário. Os ninhos são construídos em locais escuros e úmidos e podem ficar a uma distância de até 200 metros dos ataques. Esses podem acontecer até em andares mais altos dos edifícios e infestar toda a estrutura do condomínio. ”Por isso recomendamos que, além de tratar o apartamento infestado, o síndico deve fazer uma inspeção periódica em todas as áreas do prédio, para evitar surpresas desagradáveis aos condôminos”, aconselha Francisco Theodoro.

Como a infestação por cupins ocorre de dentro para fora, em madeiras e espaços vazios, para avaliar a extensão da área danificada e qual é a melhor forma de combate, a solução é procurar os serviços de profissionais e empresas habilitadas para a descupinização e a prevenção de novas infestações. O preço varia de acordo com o tamanho da área a ser tratada, do grau de infestação e do nível de dificuldade de acesso aos locais para tratamento.

O trabalho preventivo deve começar até mesmo antes da construção: empresas especializadas podem fazer o tratamento do solo com pesticidas e barreiras químicas. Mas, o cuidado deve ser também durante reformas, mudanças, aquisição do imóvel e no aparecimento de sinais da presença dos cupins.

Vale a pena lembrar que, além do dano material, os resíduos liberados pela mastigação dos cupins podem causar reações alérgicas e problemas respiratórios, como asmas e bronquites.

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